Futuro preço justo
- Criado por
- Renato Passos, Eng. de Software
- Revisado por
- Renato Passos, Eng. de Software
Última atualização: 18 de abr. de 2026
Sobre esta calculadora
A calculadora de Futuro preço justo estima o valor de um ativo no vencimento de um contrato futuro usando a fórmula S·(1+r)^T, onde S é o preço à vista, r é a taxa livre de risco e T é o tempo até o vencimento. Essa ferramenta é essencial para avaliar futuros financeiros, como commodities, ações ou índices, sob a premissa de mercado eficiente.
Ela funciona aplicando juros compostos ao preço atual do ativo, considerando o custo de oportunidade representado pela taxa livre de risco. Por exemplo, se um ativo vale R$100 hoje e a taxa é 5% ao ano, em dois anos o preço justo seria R$100·(1+0,05)^2 = R$110,25. A fórmula assume que não há dividendos, custos de armazenamento ou outros fatores que afetem o preço.
Use essa calculadora para comparar ofertas de futuros em bolsas, avaliar arbitragem entre mercados à vista e futuros, ou planejar hedge contra risco de flutuação. É comum em negociações de café, petróleo e contratos de índice Bovespa.
Tenha cuidado: a fórmula não contempla dividendos, juros pagos pelo ativo, ou custos de armazenamento. Para ativos dividendos, é necessário ajustar o cálculo. Sempre verifique as condições específicas do contrato e o ambiente de mercado antes de aplicar resultados.
Perguntas frequentes
O que é o preço justo de um futuro?
É o valor teórico que um ativo deve ter no vencimento de um contrato futuro, calculado usando a fórmula S·(1+r)^T, considerando o preço à vista e a taxa livre de risco.
Como determino a taxa livre de risco?
Use a taxa de juros de títulos públicos (como Tesouro Selic) do mesmo vencimento que o contrato. Ela representa o retorno sem risco sobre o capital investido.
Preciso considerar dividendos no cálculo?
Sim. Se o ativo paga dividendos, ajuste a fórmula para S·(1+r)^T - D·(1+r)^(T-t), onde D é o dividendo e t é o tempo até seu pagamento.
Posso usar essa calculadora para qualquer ativo?
Funciona para ativos que não geram rendimento (como ouro) ou que têm rendimento já incorporado. Para ações ou índices dividendos, é necessário adaptar a fórmula.