Ano 2025#cacd#fase1#historia-do-brasil

Sobre o tema

A Primeira República (1889-1930) foi marcada pelo predomínio das oligarquias estaduais, que controlavam o poder político por meio de práticas como o coronelismo, o voto de cabresto e a exclusão de grande parte da população. O analfabetismo, que atingia a maioria dos brasileiros, era um mecanismo de exclusão eleitoral, já que a Constituição de 1891 proibia o voto dos analfabetos. Esses fatores consolidaram o domínio de uma elite agrária, dificultando a participação popular e a democratização do país.

Tópicos relacionados

  • Coronelismo na Primeira República
  • Voto de cabresto e política dos governadores
  • Exclusão eleitoral de analfabetos
  • Constituição de 1891 e direitos políticos

Enunciado

Durante a Primeira República, o incontrastável domínio das oligarquias assentava-se, entre outros aspectos, em práticas sociais e políticas excludentes, no coronelismo e no analfabetismo que atingia a maioria absoluta da população brasileira.

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Perguntas frequentes

O que foi o coronelismo na Primeira República?

Coronelismo foi um sistema de poder local em que grandes proprietários rurais, os coronéis, controlavam os votos da população dependente, usando coerção e troca de favores para eleger candidatos favoráveis às oligarquias estaduais.

Como as oligarquias mantinham o poder durante a Primeira República?

As oligarquias mantinham o poder por meio de alianças entre estados (política dos governadores), fraude eleitoral (voto de cabresto), coronelismo e exclusão de analfabetos e mulheres do voto, limitando a participação popular.

Qual o impacto do analfabetismo no direito ao voto na Primeira República?

A Constituição de 1891 proibia analfabetos de votar, excluindo a maioria da população brasileira (cerca de 80% era analfabeta) e garantindo que apenas as elites alfabetizadas pudessem participar das eleições.