Sobre o tema
A resistência elétrica de um condutor metálico é uma propriedade que depende de fatores geométricos e do material. A segunda lei de Ohm estabelece que a resistência (R) é diretamente proporcional ao comprimento (ℓ) do fio e inversamente proporcional à sua área de secção transversal (A), sendo a constante de proporcionalidade a resistividade (ρ) do material, que depende da temperatura. Compreender essas relações é essencial para projetos de circuitos elétricos e para o cálculo de perdas de energia em condutores. A análise gráfica das proporcionalidades entre R, ℓ e A permite identificar se são diretas ou inversas, o que é fundamental para interpretar experimentos e dimensionar cabos elétricos.
Tópicos relacionados
- Segunda lei de Ohm
- Resistividade elétrica
- Relação entre resistência e comprimento
- Relação entre resistência e área
- Análise de proporcionalidades gráficas
Enunciado

As figuras mostram que as proporcionalidades existentes entre resistência (R) e comprimento (ℓ), resistência (R) e área da secção transversal (A), e entre comprimento (ℓ) e área da secção transversal (A) são, respectivamente,
Alternativas
- A)
Direta, direta e direta.
- B)
Direta, direta e inversa.
- C)
Direta, inversa e direta.
- D)
Inversa, direta e direta.
- E)
Inversa, direta e inversa.
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Perguntas frequentes
O que diz a segunda lei de Ohm?
A segunda lei de Ohm afirma que a resistência elétrica de um condutor homogêneo é diretamente proporcional ao seu comprimento e inversamente proporcional à sua área de secção transversal, dependendo também da resistividade do material.
Como a resistividade influencia a resistência?
A resistividade é uma propriedade intrínseca do material que determina a dificuldade que os elétrons encontram para se mover. Quanto maior a resistividade, maior a resistência para um mesmo comprimento e área.
Por que a resistência varia com a temperatura?
Na maioria dos condutores metálicos, o aumento da temperatura eleva a agitação dos átomos, aumentando a resistividade e, consequentemente, a resistência. Em semicondutores, o comportamento pode ser inverso.