Sobre o tema
O Fordismo e o Taylorismo, modelos produtivos do início do século XX, revolucionaram a indústria ao introduzir a produção em massa e a linha de montagem. Baseavam-se na fragmentação das tarefas e na repetição de movimentos, visando máxima eficiência e redução de custos. Esse sistema, criticado por alienar o trabalhador, eliminou a autonomia do artesão e exigiu baixa qualificação, mas aumentou a produtividade. Compreender esses modelos é essencial para analisar a evolução do trabalho e as relações sociais na era industrial.
Tópicos relacionados
- Fordismo e produção em massa
- Taylorismo e administração científica
- Trabalho repetitivo e alienação
- Divisão do trabalho na indústria
- Organização fabril no século XX
Enunciado

Na imagem do início do século XX, identifica-se um modelo produtivo cuja forma de organização fabril baseava-se na
Alternativas
- A)
Autonomia do produtor direto.
- B)
Adoção da divisão sexual do trabalho.
- C)
Exploração do trabalho repetitivo.
- D)
Utilização de empregados qualificados.
- E)
Incentivo à criatividade dos funcionários.
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Perguntas frequentes
O que caracteriza o Fordismo?
O Fordismo é um modelo de produção industrial baseado na linha de montagem, produção em massa e padronização de peças, visando aumentar a produtividade e reduzir custos.
O que é a administração científica de Taylor?
A administração científica, ou Taylorismo, consiste na fragmentação das tarefas, cronometragem dos movimentos e separação entre planejamento e execução, para otimizar o trabalho.
Por que o Fordismo é criticado?
O Fordismo é criticado por promover o trabalho repetitivo e monótono, alienando o trabalhador e reduzindo sua autonomia e criatividade.