Ano 2012

Sobre o tema

O Fordismo e o Taylorismo, modelos produtivos do início do século XX, revolucionaram a indústria ao introduzir a produção em massa e a linha de montagem. Baseavam-se na fragmentação das tarefas e na repetição de movimentos, visando máxima eficiência e redução de custos. Esse sistema, criticado por alienar o trabalhador, eliminou a autonomia do artesão e exigiu baixa qualificação, mas aumentou a produtividade. Compreender esses modelos é essencial para analisar a evolução do trabalho e as relações sociais na era industrial.

Tópicos relacionados

  • Fordismo e produção em massa
  • Taylorismo e administração científica
  • Trabalho repetitivo e alienação
  • Divisão do trabalho na indústria
  • Organização fabril no século XX

Enunciado

![](https://enem.dev/2012/questions/19/183e7c66-05d7-4a2a-b22b-1b27eb79153f.png)

Na imagem do início do século XX, identifica-se um modelo produtivo cuja forma de organização fabril baseava-se na

Alternativas

  • A)

    Autonomia do produtor direto.

  • B)

    Adoção da divisão sexual do trabalho.

  • C)

    Exploração do trabalho repetitivo.

  • D)

    Utilização de empregados qualificados.

  • E)

    Incentivo à criatividade dos funcionários.

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Perguntas frequentes

O que caracteriza o Fordismo?

O Fordismo é um modelo de produção industrial baseado na linha de montagem, produção em massa e padronização de peças, visando aumentar a produtividade e reduzir custos.

O que é a administração científica de Taylor?

A administração científica, ou Taylorismo, consiste na fragmentação das tarefas, cronometragem dos movimentos e separação entre planejamento e execução, para otimizar o trabalho.

Por que o Fordismo é criticado?

O Fordismo é criticado por promover o trabalho repetitivo e monótono, alienando o trabalhador e reduzindo sua autonomia e criatividade.