Sobre o tema
O PET (politereftalato de etileno) é um polímero amplamente utilizado em embalagens, como garrafas de refrigerante. Sua reciclagem química pode recuperar monômeros de alto valor, como o etilenoglicol. A hidrólise é um processo que quebra as ligações éster do PET na presença de água, liberando ácido tereftálico e etilenoglicol. Esse método é uma alternativa sustentável à incineração ou descarte em aterros, permitindo a produção de matéria-prima virgem. Compreender os mecanismos de degradação de polímeros é essencial para o desenvolvimento de tecnologias de economia circular.
Tópicos relacionados
- Reciclagem química de PET
- Hidrólise de poliésteres
- Obtenção de etilenoglicol
- Degradação de polímeros
- Economia circular em plásticos
Enunciado

Com base nas informações do texto, uma alternativa para a obtenção de etilenoglicol a partir do PET é a
Alternativas
- A)
Solubilização dos objetos.
- B)
Combustão dos objetos.
- C)
Trituração dos objetos.
- D)
Hidrólise dos objetos.
- E)
Fusão dos objetos.
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Perguntas frequentes
O que é a hidrólise do PET?
A hidrólise do PET é uma reação química que quebra as ligações éster do polímero, utilizando água, geralmente em condições de temperatura e pressão controladas. O resultado são os monômeros ácido tereftálico e etilenoglicol.
Por que a hidrólise é considerada uma reciclagem química?
Porque ao invés de apenas fundir e remoldar o plástico (reciclagem mecânica), a hidrólise despolimeriza o PET em seus componentes básicos, que podem ser purificados e usados para produzir novo PET com qualidade virgem.
Quais são as vantagens da reciclagem química do PET?
Permite recuperar monômeros de alta pureza, reduz a dependência de fontes fósseis, diminui resíduos em aterros e possibilita a reciclagem de PET contaminado ou misturado que não seria viável mecanicamente.