Ano 2013

Sobre o tema

O PET (politereftalato de etileno) é um polímero amplamente utilizado em embalagens, como garrafas de refrigerante. Sua reciclagem química pode recuperar monômeros de alto valor, como o etilenoglicol. A hidrólise é um processo que quebra as ligações éster do PET na presença de água, liberando ácido tereftálico e etilenoglicol. Esse método é uma alternativa sustentável à incineração ou descarte em aterros, permitindo a produção de matéria-prima virgem. Compreender os mecanismos de degradação de polímeros é essencial para o desenvolvimento de tecnologias de economia circular.

Tópicos relacionados

  • Reciclagem química de PET
  • Hidrólise de poliésteres
  • Obtenção de etilenoglicol
  • Degradação de polímeros
  • Economia circular em plásticos

Enunciado

![](https://enem.dev/2013/questions/54/93c6c320-6ef3-49b4-ac7a-02820bbf0553.png)

Com base nas informações do texto, uma alternativa para a obtenção de etilenoglicol a partir do PET é a

Alternativas

  • A)

    Solubilização dos objetos.

  • B)

    Combustão dos objetos.

  • C)

    Trituração dos objetos.

  • D)

    Hidrólise dos objetos.

  • E)

    Fusão dos objetos.

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Perguntas frequentes

O que é a hidrólise do PET?

A hidrólise do PET é uma reação química que quebra as ligações éster do polímero, utilizando água, geralmente em condições de temperatura e pressão controladas. O resultado são os monômeros ácido tereftálico e etilenoglicol.

Por que a hidrólise é considerada uma reciclagem química?

Porque ao invés de apenas fundir e remoldar o plástico (reciclagem mecânica), a hidrólise despolimeriza o PET em seus componentes básicos, que podem ser purificados e usados para produzir novo PET com qualidade virgem.

Quais são as vantagens da reciclagem química do PET?

Permite recuperar monômeros de alta pureza, reduz a dependência de fontes fósseis, diminui resíduos em aterros e possibilita a reciclagem de PET contaminado ou misturado que não seria viável mecanicamente.