Sobre o tema
A tomografia por emissão de pósitrons (PET) é uma técnica de imagem médica que utiliza radioisótopos emissores de pósitrons, como o carbono-11, para visualizar processos metabólicos no corpo. O carbono-11 decai emitindo um pósitron, com meia-vida de 20,4 minutos, sendo incorporado à glicose para mapear áreas de maior atividade cerebral. O decaimento radioativo segue uma cinética de primeira ordem, onde a massa restante após n meias-vidas é dada por m = m₀ / 2ⁿ. Para cinco meias-vidas, a fração restante é 1/32, o que permite calcular a massa final a partir da inicial de 1,00 g.
Tópicos relacionados
- Decaimento radioativo e meia-vida
- Tomografia por emissão de pósitrons (PET)
- Cálculo de massa restante após n meias-vidas
- Cinética de decaimento de primeira ordem
- Aplicações de radioisótopos na medicina
Enunciado
Glicose marcada com nuclídeos de carbono-11 é utilizada na medicina para se obter imagens tridimensionais do cérebro, por meio de tomografia de emissão de pósitrons. A desintegração do carbono-11 gera um pósitron, com tempo de meia-vida de 20,4 min, de acordo com a equação da reação nuclear

A partir da injeção de glicose marcada com esse nuclídeo, o tempo de aquisição de uma imagem de tomografia é de cinco meias-vidas.
Considerando que o medicamento contém 1,00 g do carbono-11, a massa, em miligramas, do nuclídeo restante, após a aquisição da imagem, é mais próxima de
Alternativas
- A)
0,200.
- B)
0,969.
- C)
9,80.
- D)
31,3.
- E)
200.
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Perguntas frequentes
O que é meia-vida de um radioisótopo?
Meia-vida é o tempo necessário para que metade dos átomos de uma amostra radioativa se desintegre. É uma constante característica de cada nuclídeo.
Como funciona a tomografia por emissão de pósitrons (PET)?
No PET, um radioisótopo emissor de pósitrons é incorporado a uma molécula biologicamente ativa (como glicose). Os pósitrons aniquilam com elétrons, gerando fótons detectados para formar imagens tridimensionais.
Por que o carbono-11 é usado em exames PET?
O carbono-11 tem meia-vida curta (20,4 min), o que reduz a exposição do paciente à radiação, e pode substituir o carbono-12 em moléculas orgânicas como a glicose, permitindo rastrear processos metabólicos.
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