Ano 2018#ciencias-natureza

Sobre o tema

A polinização eólica, ou anemofilia, é um mecanismo de reprodução vegetal em que o vento transporta o grão de pólen de uma planta para outra. Para maximizar a eficiência desse processo, as plantas desenvolveram adaptações morfológicas e fisiológicas. Diferentemente de polinizadores animais, o vento não seleciona características como cor ou perfume, mas exige estratégias como produção em massa de pólen e estruturas que facilitem sua dispersão.

Tópicos relacionados

  • Polinização eólica
  • Estruturas florais adaptativas
  • Evolução de plantas anemófilas

Enunciado

A polinização, que viabiliza o transporte do grão de pólen de uma planta até o estigma de outra, pode ser realizada biótica ou abioticamente. Nos processos abióticos, as plantas dependem de fatores como o vento e a água.

A estratégia evolutiva que resulta em polinização mais eficiente quando esta depende do vento é o(a)

Alternativas

  • A)

    Diminuição do cálice.

  • B)

    Alongamento do ovário.

  • C)

    Disponibilização do néctar.

  • D)

    Intensificação da cor das pétalas.

  • E)

    Aumento do número de estames.

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Perguntas frequentes

Por que plantas anemófilas não possuem cores vivas?

Plantas polinizadas pelo vento não precisam atrair animais, portanto evoluíram flores pequenas e sem pigmentos chamativos.

Como o vento facilita a polinização?

O vento carrega grãos de pólen para longas distâncias, mas a eficiência depende de fatores como quantidade de pólen e posição das estruturas florais.

Quais são outras adaptações de plantas anemófilas?

Além de aumento de estames, elas possuem estigmas grandes e viscosos para capturar o pólen, e estruturas leves que facilitam a dispersão.

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