Sobre o tema
O discurso de Txai Suruí na COP-26 denuncia os efeitos das mudanças climáticas e da degradação ambiental causados pela ação humana. Lideranças indígenas como ela trazem à tona a urgência de repensar o modelo de desenvolvimento baseado na exploração desenfreada dos recursos naturais. A fala ecoa a crise ecológica global, na qual o aquecimento do clima, a perda de biodiversidade e a escassez de água são consequências diretas de práticas insustentáveis. Compreender essa crítica é essencial para discutir soluções que respeitem os limites do planeta e os direitos dos povos tradicionais.
Tópicos relacionados
- Mudanças climáticas e COP-26
- Lideranças indígenas no ativismo ambiental
- Exploração predatória de recursos naturais
- Sustentabilidade e desenvolvimento
Enunciado
Txai Suruí, liderança da Juventude Indígena, profere seu discurso na abertura da COP-26 “O clima está esquentando, os animais estão desaparecendo, os rios estão morrendo e nossas plantações não florescem como no passado. A Terra está falando: ela nos diz que não temos mais tempo.” O discurso da líder indígena explicita um problema global relacionado ao(à)
Alternativas
- A)
manejo tradicional.
- B)
reciclagem residual.
- C)
consumo consciente.
- D)
exploração predatória.
- E)
reaproveitamento energético.
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Perguntas frequentes
O que é a COP-26?
A COP-26 foi a 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, realizada em Glasgow em 2021, onde países discutiram metas para reduzir emissões de gases de efeito estufa.
Por que a participação de lideranças indígenas é importante em eventos como a COP?
Lideranças indígenas trazem conhecimentos tradicionais de convivência sustentável com a natureza e denunciam impactos das mudanças climáticas em seus territórios, pressionando por ações concretas.
O que significa exploração predatória?
Exploração predatória é o uso excessivo e não sustentável dos recursos naturais, causando degradação ambiental, perda de biodiversidade e esgotamento de ecossistemas.