Sobre o tema
O armazenamento de dados em DNA vem sendo pesquisado como alternativa para o crescente volume de informações geradas pela humanidade. Diferentemente dos chips de silício e fitas magnéticas, o DNA oferece densidade de armazenamento extraordinariamente alta, estabilidade por milênios e facilidade de replicação. No entanto, os desafios de custo e velocidade de leitura e escrita ainda precisam ser superados para que a tecnologia se torne viável comercialmente. O texto discute as projeções de crescimento exponencial de dados e a inevitável escassez de silício até 2040, destacando a urgência de soluções como o DNA storage, que pode armazenar todos os filmes já feitos em um cubo de açúcar.
Tópicos relacionados
- Armazenamento de dados em DNA
- Limites físicos do silício
- Crescimento exponencial de dados
- Tecnologia de informação e sustentabilidade
- Escala de armazenamento e densidade
Enunciado
Scientists have long touted DNA's potential as an ideal
storage medium; it's dense, easy to replicate, and stable over
millennia. But in order to replace existing silicon‐chip or
magnetic‐tape storage technologies, DNA will have to get a lot
cheaper to predictably read, write, and package.
That's where scientists like Hyunjun Park come in. He and
the other cofounders of Catalog, an MIT DNA‐storage spinoff
emerging out of stealth on Tuesday, are building a machine
that will write a terabyte of data a day, using 500 trillion
molecules of DNA.
If successful, DNA storage could be the answer to a
uniquely 21st‐century problem: information overload. Five
years ago humans had produced 4.4 zettabytes of data; that's
set to explode to 160 zettabytes (each year!) by 2025. Current
infrastructure can handle only a fraction of the coming data
deluge, which is expected to consume all the world's
microchip‐grade silicon by 2040.
"Today's technology is already close to the physical limits
of scaling," says Victor Zhirnov, chief scientist of the
Semiconductor Research Corporation. "DNA has an
information‐storage density several orders of magnitude
higher than any other known storage technology."
How dense exactly? Imagine formatting every movie ever
made into DNA; it would be smaller than the size of a sugar
cube. And it would last for 10,000 years.
Wired, June, 2018. Disponível em https://www.wired.com/. Adaptado.
Conforme o texto, cientistas preveem que, em pouco mais de
20 anos,
Alternativas
- A)
a geração de dados pela humanidade chegará à marca de
160 zettabytes. - B)
a armazenagem de todos os dados produzidos esgotará o
estoque mundial de microchips de silício. - C)
a densidade das moléculas de DNA terá aumentado
exponencialmente. - D)
o custo para gravação de dados digitais será maior que
hoje. - E)
as novas tecnologias de informação serão bem mais
duradouras que as atuais.
Avaliar: +1 XP. Favoritar: salva pra revisar. Comentar: +5 XP + 1 credito IA.
Comentarios (0)
Carregando comentarios...
Perguntas frequentes
Como funciona o armazenamento de dados em DNA?
O armazenamento em DNA codifica bits de dados digitais em sequências de nucleotídeos (A, T, C, G). Essas sequências são sintetizadas em moléculas de DNA e podem ser lidas por sequenciamento, permitindo recuperar a informação original.
Quais são as principais vantagens do DNA como meio de armazenamento?
O DNA possui densidade de armazenamento muito superior à do silício, estabilidade por milhares de anos e baixo consumo energético para manutenção, sendo ideal para arquivamento de longa duração.
Quais desafios o armazenamento em DNA ainda enfrenta?
Os principais desafios são o alto custo e a baixa velocidade de síntese e sequenciamento de DNA, além da necessidade de melhorar a confiabilidade e escalabilidade para uso comercial em larga escala.
Questões relacionadas
- According to Edgar Allan Poe’s point of view, portrayed in text 1A2-II, behind the scenes of writing,...
- John Milton and Freedom of Speech on Campus By Daniel F. Sullivan A few years ago, at a seminar meant to help college pr...
- In text 1A2-II, Poe affirms that...
- Choose the option in which the fragment “No sooner, however, does the artist transgress the law of his medium than we re...