Ano 2018#physics

Sobre o tema

O trabalho da força resultante é uma grandeza física que mede a energia transferida para um corpo. No contexto de satélites geoestacionários, ele é calculado a partir da variação da energia cinética entre o lançamento e a órbita. Como a velocidade inicial é desprezada, o trabalho necessário é igual à energia cinética final. Esse conceito é fundamental em mecânica clássica e aplicações de engenharia espacial, relacionando forças e movimentos.

Tópicos relacionados

  • Trabalho e energia cinética
  • Lançamento de satélites geoestacionários
  • Cálculo de trabalho a partir da variação de energia
  • Satélite brasileiro SGDC

Enunciado

O primeiro satélite geoestacionário brasileiro foi lançado ao
espaço em 2017 e será utilizado para comunicações
estratégicas do governo e na ampliação da oferta de
comunicação de banda larga. O foguete que levou o
satélite ao espaço foi lançado do Centro Espacial de
Kourou, na Guiana Francesa. A massa do satélite é
constante desde o lançamento até a entrada em órbita e
vale m = 6,0 x 10^3. O módulo de dua velocidade orbital
é V_or = 3,0 x10^3 m/s. Desprezando a velocidade
inicial do satélite em razão do movimento de rotação da
Terra, o trabalho da força resultante sobre o satélite para
levá-lo até a sua órbita é igual a

Alternativas

  • A)

    2 MJ.

  • B)

    18 MJ.

  • C)

    27 GJ.

  • D)

    54 GJ.

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Perguntas frequentes

O que é um satélite geoestacionário?

É um satélite que orbita a Terra com período igual ao de rotação da Terra, permanecendo fixo sobre um ponto do equador.

Como se calcula o trabalho para colocar um satélite em órbita?

O trabalho da força resultante é igual à variação da energia cinética. Desprezando a velocidade inicial, ele equivale à energia cinética na órbita: W = (1/2)mv².

Por que a rotação da Terra é desprezada nesse cálculo?

A velocidade inicial devido à rotação terrestre é pequena comparada à velocidade orbital, simplificando o problema sem comprometer a precisão.

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